segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Athena

Athena é a grande deusa Olímpia de conselhos sábios, guerra, defesa das cidades, feitos heróicos, tapeçaria, cerâmica e outras artes. Ela era mostrada com um capacete, armada com escudo e lança, e usando o égide de cobra em seu peito e braço, adornado com a cabeça monstruosa de Gorgon.

Os mitos mais famosos sobre Atena são:
  • Seu nascimento da cabeça de Zeus;
  • Sua concorrência com Poseidon sobre Atenas;
  • A Guerra dos Gigantes;
  • A tentativa de estupro feita por Hefestos;
  • A ajuda dada a Perseu em sua jornada para matar o Gorgon;
  • A ajuda dada aos Argonatas para encontrar o novelo de ouro;
  • A assistência dada a Hércules em suas doze tarefas;
  • O concurso de tecelagem com Arácnia;
  • O Julgamento de Paris;
  • A Guerra de Tróia.
Fonte: theoi.com/Olympios/Athena.html

domingo, 20 de novembro de 2011

Livros e Autores

Procurar artigos por:
Patti Wiginton
Sarah Lawless
Scott Cunningham

Livros e autores:

Ann Moura
  • Wicca - A Grande Arte da Bruxaria Verde

Gerald Gardner
  • A Bruxaria Hoje
Raymond Buckland

    Scott Cunningham
    Starhawk

      A Deusa - Scott Cunningham

      A Deusa é a mãe universal. Ela é a fonte de fertilidade, sabedoria infinita, e carinho amoroso. Como os Wicca a conhecem, ela normalmente é de três aspectos: a donzela, a mãe, e a avó, simbolizada na lua crescente, cheia e minguante. Ela é ao mesmo tempo o campo não arado, a colheita completa, e a terra dormente, coberta pela geada. Ela dá a luz à abundância. Mas como a vida é seu presente, ela a empresta com a promessa da morte. Isso não é escuridão e esquecimento, mas um descanso do peso da existência física. É a existência humana entre encarnações.

      Como a Deusa é natureza, toda a natureza, ela é tanto a sedutora e a mulher velha; o tornado e a fresca chuva da primavera; o berço e o túmulo.

      Mas mesmo que ela possua ambas as naturezas, os Wicca a reverenciam como a doadora da fertilidade, do amor e da abundância, mesmo que também reconhecam seu lado escuro. Nós a vemos na lua, no mar silencioso em constante movimento, e no verde crescer da primeira primavera. Ela é a personificação de fertilidade e amor.

      A Deus foi conhecida como a Rainha do Céu, Mãe dos Deuses, que fez os Deuses, a Fonte Divina, a Matriz Universal, a Grande Mãe e diversos outros títulos.

      Muitos símbolos são usados na Wicca para honrá-la, como o caldeirão, cálice, labrys, flores de cinco pétalas, o espelho, colar, concha, pérola, prata, esmeralda... para citar alguns.

      Como ela domina a terra, o mar e a lua, suas criaturas são variadas e numerosas. Algumas inclúem o coelho, o urso, a coruja, o gato, cão, morsego, ganso, vaca, golfinho, leão, cavalo, corruíra, escorpião, aranha, e abelha. Todos são sagrados para a Deusa.

      A Deusa foi retratada como uma caçadora correndo com seus cães; uma divindade celestial andando pelo céu com poeira estrelar caindo de seus pés; uma mãe eterna com gravidez em fase avançada; a teçelã de nossas vidas e mortes; a velha mulher andando na minguante luz da lua procurando os fracos e abandonados, e como muitos outros seres. Mas não importa como a vemos, ela é onipotente, imutável, eterna.

      Fonte: o livro "Wicca: A Guide for the Solitary Practitioner" por Scott Cunningham
       pt: "Wicca: Um Guia para o Praticante Solitário"

      sábado, 19 de novembro de 2011

      Origens do Sol Feminino

      Em tempos arcáicos, as pessoas viam o sol em seu brilho e glória, aquele que dá calor e luz e vida, como a força da mulher. Um aspecto de paixão da grande mãe, a versátil faz-tudo que move-se para frente e apoia toda a vida. Ela é a deusa dos céus iluminados, Amaterasu Omikami, no Japão, e a rainha do céu e da terra, Arinna, na Mesopotâmia. Ela era Yhi, mulher sol, para os Arunta da Austrália. Irmã sol era conhecoida em Anatolia, Sibéria, e na América antiga.

      O norte da Europa ainda tribal também a conhecia. Os alemãos a chamavam de Sunna, assim como os noroeguêses. Na Escandinávia, ela era Glory-of-Elves (Glória dos Elfos) ou Sol. Os Eddas dizem que no fim do mundo, ela dará a luz a uma filha que será o novo sol, a próxima criação. O mundo de luz ainda por vir. Ela também era Sol para os Celtas, assim como Sul ou Sulis. Suas celebrações aconteciam em campos abertos ou no topo de morros, acima dos riachos. Um lugar muito usado em cerimônias era Sulbury Hill (Morro de Sulbury), e as fontes de banho, uma vez chamadas Aquae Sulis, eram o lugar para altares romanos para Sul Minerva.

      A grande mãe na Índia antiga era Aditi, a mãe dos doze espíritos do zodíaco, os Adityas que "revelariam sua luz no dia final". O Mahanirvanatantra descreve o sol como roupas douradas de luz que cobrem a grande deusa. "Sol, o mais glorioso símbolo no mundo físico, é a vestimenta d'Ela que 'veste-se com o sol'."

      Monges budistas tântricos saudavam a deusa do sol, Marici, ao amanhecer, cantando a ela. Marici, ou Mari, foi uma precursora da Maria cristã. O Novo Testamento, no livro de Revelações, se refere a ela como a "mulher vestida com o sol".

      Alguns místicos do Cristianismo em seus primeiros dias olhavam para o sol, o manto brilhante que cobre os ombros de Nossa Senhora, até que "ficavam cegados pela luz". A teoria sendo que uma vez que contemplavam o brilho magnífico, não havia mais nada dígno de ser visto. O sucesso dessa prática parecia ser um caminho certo para a santidade. Um paralelo estranho é Santa Lúcia, que removeu os próprios olhos para desencorajar avanços sexuais e parceiros não desejados. No escuro, com quem ela realmente amava, ela foi dada a visão da luz de sua fé.

      A deusa não foi sempre o próprio sol, mas muitas vezes a força por trás dele. De acordo com a mitologia grega, Leto botou um ovo que produziu dois filhos, o sol e a lua, Apollo e Artemis. A deusa egípcia Hathor chocou o "ovo dourado do sol" no amanhecer da criação. O deus do sol, Osiris-Ra, morreu a cada noite para voltar ao útero da grande mãe, do "portão" da qual ele nascia a cada manhã. O mesmo é dito do deus do sol dos Maori, que deve descer à caverna uterina das Águas da Vida para ser regenerado a cada dia.

      Com o advento da patriarquia, o sol sofreu uma troca de sexo. Profunda, essa mudança de sexo foi uma demonstração da evolução do lado esquerdo do cérebro, a descida da razão sobre a paixão. A divindade feminina foi destronada e descartada. Seu domínio caiu, seua autoridade foi removida, sua adoração poluída. O sol, com o poder de seu brilho, sua presença forte e grande potencial, veio a se tornar um princípio masculino, o poder do pensamento racional. A lua, reflectiva, mais súbita e parecendo errádica, veio a ser associada com o feminino na maior parte das culturas. Mesmo que as características do sol sejam aparentemente masculinas, retém sua designação feminina nas línguas do norte da Europa, nos países árabes, e no Japão.

      Na mitologia mesopotâmica, a deusa do sol, Estan, tornou-se Istanu, o deus do sol. Na arábia pré-islâmica, a deusa do sol era conhecida como a Tocha dos Deuses, Atthar ou Al-llat. Ela era honrada todos os dias nos altares ao topo das casas. Seu nome foi subsequentemente masculinizado, e virou Allah. Seu outro nome, Shams, e seus atributos, evoluíram para o deus do sol Shams-On. O deus do sol babilônio era Shamash, claramente relativo. O nome hebreu para o sol, assim como a apelação do personagem bíblico Sansão, também vieram de seu nome.

      Esse verão vamos todos refletir e radiar a energia quente e nutritiva do Sol em toda sua glória.

      Fonte: huffingtonpost.com/donna-henes/sun-goddess_b_884568.html

      Correspondências Planetárias

      Sol
      Zodíaco: Leão
      Metal: Ouro
      Dia: Domingo
      Cor: Amarelo, laranja, âmbar
      Pedras: Âmbar, topázio, rubi, diamante, crisoberilo
      Ervas: Angelica, acácia, aspen, arnica, freixo, sanguisorba, petasites, louro, camomila, craveiro, calêndula, cedro, cidra, copal, alcaravia, canela, cravo, euphrasia, frankincenso, tojo, hidraste, juniper, levístico, mástique, visco, oliva, peônia, ruta, alecrim, cana, sândalo vermelho, girassol, erva-de-são-joão, vitis, hamamélia, noz.
      Influências: mudança ativa, avanço, criatividade, ego, fama, favor, amizade, crescimento, cura, saúde, honra, esperança, felicidade, liderança, energia da vida, luz, ganho financeiro, sucesso pessoal, poder, promoção, auto-confiança, sucesso, vitalidade.
      Aspectos negativos: arrogância, intolerância, orgulho.

      Lua
      Zodíaco: Câncer
      Metal: Prata
      Dia: Segunda-feira
      Cor: Branco, azul, prateado.
      Pedras: Pedra-de-lua, pérola
      Ervas: Aloe, hortelã-pimenta, cânfora, sálvia-esclareia, amor-de-hortelão, rosa canina, abeto, gardenia, honestidade, jasmin, lírio, limão, erva-cidreira, lótus, erva-de-são-joão, mirra, altéia, ópio, margarida, papaverales, beldroega, peônia, rosa branca, sorva, sândalo branco, galanthus, salgueiro.
      Influências: viagem astral, nascimento, crianças, clarevidência, sonhos, emoções, fertilidade, casa, imaginação, inspiração, intuição, segredos, sono, mistérios femininos, reincarnação.
      Aspectos negativos: desilusão.

      Saturno
      Metal: Chumbo
      Dia: Sábado
      Cor: Preto
      Pedras: Onyx
      Ervas: Aconitum, assa-fétida, belladonna, bistorta, convolvulus, abrunheiro, confrei, escovinha, cipreste, datura, ulmo, samambaia, fumaria, helleborus, tsuga, meimendro negro, cânhamo, ilex, indigofera, hera, verbascum, scutellaria, tejo.
      Influências: plano astral, ataduras, prédios, morte, dívidas, diciplina, história, intuição, dívidas kármicas, sabedoria, limitações, longevidade, conhecimento mágico, obstáculos, estrutura, investimento, sabedoria sagrada, tempo.
      Aspectos negativos: opressão, dor.

      Mercúrio
      Zodíaco: Virgem, Gêmeos
      Metal: Alumínio, mercúrio
      Dia: Quarta-feira
      Cor: Violeta, cinza, indigo, roxo, amarelo
      Pedras: Opalita, ágata.
      Ervas: Amêndoa, anis, choupo, myrica, bergamota, feijão, cedro, sálvia esclareia, alcarávia, endro, helénio, eucalipto, funcho, feno-grego, samambaia, linho, erva-virgem, corylus, lavanda, alcaçuz, capim-limão, lúcia-lima, lírio do vale, morus, mandrágora, manjerona, salsinha, aipo, valeriana.
      Influências: trabalho, compra e venda, espertesa, comunicação, criatividade, informação, intelecto, memória, percepsão, ciência, sabedoria, escrita.
      Aspectos negativos: desonestidade, decepção.

      Marte
      Zodíaco: Áries, Escorpião
      Metal: Ferro
      Dia: Terça-feira
      Cor: Vermelho
      Pedras: Rubi, diamante, granada.
      Ervas: Pimenta-da-jamaica, anêmona, assa-fétida, faia, manjerição de folha larga, bryonia, coentro, araceae, samambaia vermelha, gengibre tailandês, alho, gengibre, raiz-forte, ilex, lúpoulo, espinheiro branco, zimbro, rubia, mostarda, urtica, pinho, espirradeira, estragão, cardo, aspérula-odorífera, absinto.
      Influências: agressão, ambição, argumentos, competitividade, destruição, conflito, energia, objetivos, paixão, sexualidade masculina, aspectos medicinais, esportes, força, problemas, cirurgia, vitória, guerra.
      Aspectos negativos: raiva, violência.

      Vênus
      Zodíaco: Touro, Libra
      Metal: Cobre
      Dia: Sexta-feira
      Cor: Verde, rosa.
      Pedras: Cobre.
      Ervas: Alnus, alfalfa, maçã, bétula, amora-silvestre, trigo sarraceno, bardana, ajuga, aristolochia, cardamomo, erva de gato, cereja, aquilegia, primavera, paronychia, tussilago, margarida, rosa canina, élder, tanaceto, não-me-esqueça, digitalis, hera-terrestre, gerânio, solidago, calluna, erva-de-são-roberto, malva-rosa, alchemiolla, lúcia-lima, consolida, lilás, magnólia, erva-de-são-joão, menta, quiabo, althea, filipêndula, patchouli, rosa damasco, morango, baunilha, violeta.
      Influências: artes, atração, beleza, sexualidade feminina, amizade, harmonia, amor, luxúria, música, prazer, aromas, sensualidade, socialização.
      Aspectos negativos: frieza, isolação

      Jupiter
      Metal: Estanho
      Dia: Quinta-feira
      Cor: Azul
      Pedras: Safira
      Ervas: Agrimonia, salsa de cavalos, stachys, borragem, datura, rumex, cerefólio, chicória, cinco-em-rama, cravo, dente-de-leão, cânhamo, madressilva, castanha-da-índia, sempre-viva, visco, noz moscada, carvalho, rosa vermelha, sálvia.
      Influências: abundância, negócios, fama, jogo, ganância, crescimento, expansão, honra, liderança, dinheiro, festas, política, poder, responsabilidade, realeza, sucesso, visões, fortuna.
      Aspectos negativos: ganância, desperdício

      Fonte: b-o-s.tumblr.com/post/12798288136/planetary-correspondences

      quarta-feira, 16 de novembro de 2011

      Divindades

      Divindades

      Mitologia Irlandesa - Deuses

      Mitologia Grega - Deusas
      • Afrodite 
      • Anfitrite
      • Ártemis
      • Astéria
      • Astrea
      • Athena
      • Bia
      • Ceto
      • Circe
      • Demeter
      • Dione
      • Ênio
      • Eos
      • Éris
      • Éter
      • Hecate
      • Hemera
      • Hestia
      • Hera  
      • Náiades
      • Nereidas
      • Nyx
      • Oceânidas
      • Perséfone 
      • Selene 
      • Tétis
      • Tétiso (nereida)
      Deuses
      • Adônis
      • Alburno
      • Alfeu
      • Ares
      • Apolo 
      • Cratos
      • Deimos
      • Diké
      • Dionísio 
      • Éolo
      • Eósforos
      • Esculápio 
      • Fórsis
      • Glauco
      • Hades
      • Hefesto 
      • Hélios
      • Hermes  
      • Hésperos 
      • Khaos 
      • Nereu
      • Oceano
      • Ofíon
      • Pan
      • Ponto
      • Poseidon
      • Proteu
      • Tritão
      • Uranus
      • Zeus
      Mitologia Nórdica - Deuses
      • Loki
      • Odin
      • Thor
        Wicca

          O Porco

          Porco: símbolo de riquesa, prosperidade e sorte.

          O porco move-se rapidamente e com determinação. Ele intuitivamente conhece a melhor reação para várias situações. Se o porco é seu totem pessoal, aprenda com sua determinação e movimentação rápida para tomar as decisões certas em sua vida.

          A deusa grega da fertilidade, Demeter, tinha um porco sagrado que se tornou um símbolo de fertilidade.

          Nativos americanos reconhecem o porco como símbolo da abundância do dia-a-dia e acreditam que ele nos ensina a celebrar a vida e dividí-la com outros.

          O porco é um forte símbolo de sorte. Se você precisa de mais sorte na área financeira, o porco traz prosperidade e abundância.

          Manannan, o deus celta do mar, mantinha uma manada de porcos magicos que se repunha assim que qualquer um fosse comido. Manannan tinha um grande festival, o Banquete da Idade, anualmente, onde os deuses adquiriam o poder de renovação dos porcos e nunca envelheciam.

          Fonte: crystal-cure.com/pig.html

          segunda-feira, 14 de novembro de 2011

          Cumprimento do Cabelo e Religião

          Pergunta: Cumprimento do Cabelo e Religião
          Um leitor do paganwiccan.about.com pergunta: "Eu recentemente explorei a opção de me unir a um coven, e fui surpreendida quando a Alta Sacerdotisa me disse que se eu tornar-me parte de seu grupo, vou ter de deixar meu cabelo ficar longo. Devido ao meu trabalho, tenho que manter meu cabelo bem curto - por segurança - mas ela disse que é um mandamento de "nossa religião" deixar o cabelo crescer. Ela disse também que é o modo que seguidores do Wicca pagam tributo à deusa e manifestam o sagrado feminino. Isso é verdade? Nunca vou ser capaz de me unir a um coven a não ser que deixe meu cabelo crescer? Ajude-me!”


          Resposta de Patti Wigington:
          Se eu tivesse um dolar para cada vez que ouvi uma Alta Sacerdotisa dizer "Você tem de fazer X, Y e Z porque é parte da nossa religião" eu estaria bem rica agora. Pimeiro vamos abordar o termo "nossa religião". O paganismo é um termo geral que cobre uma grande variedade de religiões e crenças, então não há uma combinação de leis, e nenhuma "nossa religião" que incluí tudo. Mesmo dentro de práticas específicas como Wicca ou Druidismo, vemos uma grande variação de um grupo para o outro, então se essa Alta Sacerdotisa disse que você tinha que manter o cabelo longo para ser parte de "nossa religião", ela quiz dizer do seu grupo específico. Talvez a deusa da tradição de seu grupo prefere seguidoras que não cortem o cabelo, mas isso não quer dizer que todas as deusas pagãs fazem as mesmas exigências.

          Em outras palavras, pode relaxar e se assegurar que você ainda pode encontrar o grupo certo para você, e manter seu cabelo em qualquer estilo que  prefira, sem pressão para mudá-lo.

          Isso sendo dito, você trouxe à tona um tópico interessante. A noção do cabelo sendo relacionado à crença religiosa é na verdade, muito complexa. Em algumas crenças, o cabelo é associado com poder mágico. Porque isso? Pode ser uma razão puramente psicológica. Veja, por exemplo, uma mulher com cabelo longo que o mantém amarrado, longe do rosto, enquanto ela trabalha, cuida da família, e mais. Mas quando essa mulher entra em um local mágico ou meditativo, ela remove os grampos e amarradores, deixando seu cabelo livre - é uma sensação de liberdade, soltar seu cabelo. Traz um senso primitivo e selvagem de sexualidade e pureza para o momento, e isso em sí pode ser muito poderoso.

          Outro exemplo do lado oposto, considere a cabeça raspada de um monge. No Budsimo, iniciantes raspam suas cabeças como parte do processo de renunciar os bens físicos e seus laços ao mundo material. A falta de cabelo faz de cada monge igual a seus irmãos na face divina, e deixa que eles concentrem-se no lado espiritual.

          Em algumas religiões, as mulheres escolhem cobrir o cabelo. Enquando essa prática é normalmente associada com a modéstia, em algumas tradições pode significar repressão de poder. Enquanto isso não é especificamente algo pagão, alguns pagãos individuais incorporam essa prática em sua crença. Marisa, pagã da Califórnia que segue um caminho eclético diz: "Eu cubro meu cabelo quando saio de casa, porque para mim, é sobre manter o poder do chakra coroa (Sahasrara) contido. Eu descubro a cabeça durante rituais, porque então o chakra coroa fica aberto e desinibido, e permite que eu me comunique diretamente com o Divino.”

          Em várias tradições de magia folclórica, o cabelo é fortemente associado com o espírito humano, e pode ser usado como um modo de controlar alguém.

          Além disso, existem muitos costumes e superstições sobre o cabelo, particularmente relacionado ao corte. Acredita-se em muitos lugares que se você cortar o cabelo durante a lua cheia, ele crescerá rapidamente, mas se cortá-lo durante a lua nova, ele crescerá fino e frágil, e até pode cair! SeaChelle, um bruxa praticante com a família que tem raíses no Appalachia diz: "Quando eu era pequena, minha avó costumava me dizser que depois dela cortar nosso cabelo, tinhamos que enterrar o que foi cortado na terra. Não poderia queimar, poque faria o resto do cabelo crescer ressecado e duro, e não poderia simplesmente jogá-lo para fora, ou pássaros o roubariam e usariam em seus ninhos, e teríamos dor de cabeça.”

          Fonte: paganwiccan.about.com/od/faq/f/Hair-Length-and-Religion.htm

          Festivais

          Os Sabbats

          Mabon
          Celebrado por volta do dia 22 de setembro no Hemisfério Norte, e dia 21 de março no Hemisfério Sul.

          Samhain
          Celebrado por volta do dia 31 de outubro no Hemisfério Norte, e 1 de maio no Hemisfério Sul.

          Yule
          Celebrado por volta do dia 21 de dezembro no Hemisfério Norte, e 21 de junho no Hemisfério Sul.

          Imbolc
          Celebrado por volta do dia 2 de fevereiro no Hemisfério Norte, e 1 de agosto no Hemisfério Sul.

          Ostara
          Celebrado por volta do dia 20 de março no Hemisfério Norte, e 21 de setembro no Hemisfério Sul.

          Beltane
          Celebrado por volta do dia 30 de abril no Hemisfério Norte, e 1 de novembro no Hemisfério Sul.

          Litha
          Celebrado por volta do dia 21 de junho no Hemisfério Norte, e 21 de dezembro no Hemisfério Sul.

          Lammas/Lugnasadh
          Celebrado por volta do dia 1 de agosto no Hemisfério Norte, e 1 de fevereiro no Hemisfério Sul.

          Sobre Litha

          Embora o nome Litha não seja completamente entendido, pode ter vindo de uma tradição Saxônica - o oposto de Yule. Nesse dia mais longo do ano, luz e vida são abundantes. No solstício de verão, o deus do Sol alcansou o momento de sua força maior. Sentado em seu trono verde, ele também é o senhor das florestas, e sua face é vista entre as máscaras da folhagem.

          A religião cristã substituiu esse dia de Jack-in-the-Green (Jack no verde/na folhagem, referente ao senhor da floresta) pelo dia de São João Batista, normalmente mostrando-o em roupas rústicas, com chifres e cascos, muito como Pan (mitologia grega).

          A noite anterior ao solstício de verão é importante para aderentes da Faerie Faith.

          Data:
          Dia 1 de Junho no Hemisfério Norte.
          Dia 21 de Dezembro para o Hemisfério Sul.
          Comidas tradicionais:
          Frutas e vegetais frescos do jardim usadas em comidas caseiras.

          Ervas e flores:
          Artemísia-comum, verbena, camomila, rosa, madressilva, lírio, carvalho, lavanda, hera, milefólio, samambaia, sabugueiro, margarida, craveiro.

          Incenso:
          Limão, mirra, pinho, rosa, glicínia.

          Madeiras para queima:
          Carvalho.

          Pedra sagrada:
          Esmeralda.

          Atividades especiais:
          Uma boa época para reafirmar sua dedicação a suas deidades ou tradição.

          Fonte: wicca.com/celtic/akasha/litha.htm